A doce luxúria e o meu desejo proibido
Os meus sonhos temidos
Quando os ouço,
Seus barulhos encomodam os meus ouvidos.
Cada memória, imagem, sua lucidão,
Os sonhos se tornam uma densidão,
E quando me deito e caio no sono,
Tudo não passa de uma paixão.
Oh! Doce ilusão!
Amarga ausência,
Meu reflexo e sua indulgência,
E de mim, desencandeia a forte luz,
Você não a deseja
Você teme que a mesma permaneça!
Novamente e consequentemente,
O sono poluído,
A causa e o atrito,
O crime e o delito
A culpa e a farça
O criminoso e seu comparça,
Como nós dois
Para agora e para depois
O que seria desse mundo,
Com a nossa união?
O cáos tomaria conta...
E enquanto a nossa separação?
Seria como a faca sem sua ponta,
Não haveria tanto dano,
Mas nosso mundo seria, oh, tão mundano.
Por isso eu levo e guardo comigo,
O meu sono poluído.